Cabeleireiro...
Pode parecer algo bem idiota, postar sobre isso, mas, como estou seriamente sem assunto em meu blog e nesse aqui que posto, aí vai.
Terça-feira cortei o cabelo. Odeio cortar o cabelo. Não, não é porque quero deixar crescer. Esse negócio de cabelão comprido me da nojo, embora eu goste de algumas bandas de rock cujos integrantes aderem a um cabelo assim.
Ta, chega de enrolação. Acontece que quando fui para a escola no outro dia (fui ao salão à noite), algumas coisas bem chatas começaram a acontecer. Como pessoas olhando pra mim e depois cochichando entre si, risadinhas de deboche, olhares cheios de desdém.
Fiquei bem puto, bateu o sinal e entrei na sala. Adivinha... Risos, atiraram bolinha de papel em mim, fizeram piada, passaram a mão no meu cabelo e riram mais um bocado. Lá pelas tantas (não gosto dessa expressão, é bem batida e está presente em piadas infames), não aguentava mais todo mundo me olhando feito uns retardados e comecei a ter alguns tiques nervosos, que pouco a pouco foram se transformando num ataque epilético. Mentira. Eu não sou tão animal assim.
Leitor do OF: Só um pouco, talvez.
Bah, odeio a sala em que estou estudando, o período em que estudo, odeio o meu professor de história. Ele é gay assumido! :S Vai se foder, baitola vagabunda. Desculpem o palavreado chulo e torpe. Com essa o Daniel me tira do blog, mas enfim...
Seria basicamente isso que eu passo nesta tarde insólita. Eu recomendo que todos cortem os pulsos, quando estiverem BEM fracos, com apenas 40% do sangue, procurem ajuda. Se recuperem, vejam como foi bom e façam isso uma vez por mês. Vai chegar uma hora que nem os arquivos divertidos do OF vão te ajudar. Você vai precisar de um psiquiatra bom e remédios faixa-preta (tarja-preta ou só pretão, depende da região do Brasil, cada lugar fala de um jeito diferente).


